INTRODUÇÃO
Este trabalho é resultado da proposta de estagio supervisiona da disciplina: Diagnóstico e Intervenção em Psicopedagogia Clínica e Institucional I. Do Curso de Pós Graduação em Psicopedagogia Institucional e clinica do Instituto Educar, Faculdade João Calvino. A escola na qual estagiamos permnecerá em anonimato. A escola é dividida em Educação Infantil - Pré-Escola com quatro horas de duração e Ensino Fundamental – Séries Iniciais – como quatro horas de duração. Com quinze funcionários, sendo nove professores, uma diretora (a proprietária), uma coordenadora, uma secretária, um serviço geral e dois assistentes. Todos os funcionários têm pelos menos o ensino superior, todos os professores já fizeram pós- graduação, tendo professores especialistas em Educação Especial, Psicopedagogia e Gestão
. Com relação ao espaço físico a escola tem seis salas, sendo três para educação infantil e três para o ensino fundamental. Mais uma sala de balé, uma quadra, seis banheiros, uma cantina, uma secretaria e ainda está em expansão. Em relação à acessibilidade, a escola é acessível aos portadores de deficiência. Encontramos lá rampas e professores formados em educação especial. A comunidade escolar apresenta o perfil social de classe trabalhadora, porém pareceu-nos não haver defasagem na formação escolar e cultural, higiene e principalmente não percebemos carência afetiva nas crianças. Apesar dos pais trabalharem todo o dia tinha sempre alguém da família para levar a criança, ou a os pais as levavam antes do trabalho. Percebemos uma relação de afeto, respeito e carinho entre a criança, a família e a escola. A problemática encontrada neste espaço escolar foi a pouca participação dos pais no convívio escolar de seus filhos.
. Com relação ao espaço físico a escola tem seis salas, sendo três para educação infantil e três para o ensino fundamental. Mais uma sala de balé, uma quadra, seis banheiros, uma cantina, uma secretaria e ainda está em expansão. Em relação à acessibilidade, a escola é acessível aos portadores de deficiência. Encontramos lá rampas e professores formados em educação especial. A comunidade escolar apresenta o perfil social de classe trabalhadora, porém pareceu-nos não haver defasagem na formação escolar e cultural, higiene e principalmente não percebemos carência afetiva nas crianças. Apesar dos pais trabalharem todo o dia tinha sempre alguém da família para levar a criança, ou a os pais as levavam antes do trabalho. Percebemos uma relação de afeto, respeito e carinho entre a criança, a família e a escola. A problemática encontrada neste espaço escolar foi a pouca participação dos pais no convívio escolar de seus filhos.
OBJETIVOS
Objetivo Geral Possibilitar aos alunos da escola observada uma educação de qualidade onde sua família participe, intervenha e colabore nesta educação.
Objetivos Específicos
Contribuir com a formação dos alunos da escola estudada.
Analisar as situações dos estudantes com dificuldades de aprendizagem, nas quais as famílias não participam ativamente de sua educação;
Intervir específica e individualmente, no que se refere aos problemas da participação dos pais na escola observada.
A participação dos pais no cotidiano escolar dos filhos é um fator determinante para o desempenho do aluno na escola, tornando a família uma instituição importante no processo ensino-aprendizagem. A família exerce uma importante função mediadora entre o indivíduo e as estruturas sociais. Todas as pessoas, à medida que participam de grupos e da sociedade, possuem cultura. Através da cultura o homem adquire conhecimentos e técnicas necessários à sua sobrevivência física e social, podendo dominar e controlar na medida do possível, o meio em que vive. E é a família um dos principais se não, o principal meio do qual adquirimos nossa cultura. Segundo Guzzo e Tizzei (2007, p. 42), "A família representa um ambiente extremamente importante para o desenvolvimento da criança, porque é o primeiro sistema em que o ser humano se insere na sociedade, por meio do qual começa a estabelecer seu vínculo com o mundo". Dessa forma, não há como a família se manter afastada da educação de suas crianças, deixando que a escola cumpra papel dos pais além de cumprir como seus próprio papel da educação sistematizada. Conforme Rubinstein (2003), a aprendizagem proporcionada pela escola não compreende apenas o conhecimento social, mas também valores e ideais. A escola é o lugar onde ocorre a continuidade dos princípios familiares. Assim, a escola permanece encarregada de receber e orientar o aluno em complementação à educação da família, para que possa se acomodar no meio, da melhor forma possível. De acordo com Cardoso (2009), o papel da escola encontra-se alicerçado nas questões relacionais, sociais, nas capacidades cognitivas, na habilidade de lidar com o novo. Por isso, compete à escola tornar o indivíduo um cidadão capaz de exercer a sua cidadania, bem como reconhecer seus direitos e deveres.
Sendo assim, família e escola devem educar como equipe para propiciar à criança em desenvolvimento maior segurança para enfrentar as dificuldades que são impostas pela sociedade. Na maioria das vezes, quando o fracasso escolar não está associado às desordens neurológicas, o ambiente familiar tem grande participação nesse fracasso. Boa parte dos problemas encontrados são lentidão de raciocínio, falta de atenção e desinteresse. Esses aspectos precisam ser trabalhados para se obter melhor rendimento intelectual. Lembramos que a escola e o meio social também têm a sua responsabilidade no que se refere ao fracasso escolar. A família desempenha um papel decisivo na condução e evolução do problema acima mencionado, pois, muitas vezes, não quer enxergar essa criança com dificuldades, essa criança que, muitas vezes, está pedindo socorro, pedindo um abraço um carinho, um beijo e que não produz na escola para chamar a atenção para o seu pedido, a sua carência. Esse vínculo afetivo é primordial para o bom desenvolvimento da criança. Concordamos com Souza (1995, p.58) quando diz que [...] fatores da vida psíquica da criança podem atrapalhar o bom desenvolvimento dos processos cognitivos, e sua relação com a aquisição de conhecimentos e com a família, na medida em que atitudes parentais influenciam sobremaneira a relação da criança com o conhecimento. Sabemos que uma criança só aprende se ela tem o desejo de aprender. E para isso é importante que os pais contribuam para que ela tenha esse desejo. Existe um desejo por parte da família quando a criança é colocada na escola, pois da criança é cobrado que seja bem-sucedida. Porém, quando esse desejo não se realiza como esperado, surgem à frustração e a raiva que acabam colocando a criança num plano de menos valia, surgindo, daí, as dificuldades na aprendizagem. Acreditando neste desejo é que iremos propor à escola mais reuniões como os pais. Reuniões onde a família possa receber material, dicas e direcionamento de como ajudar seus filhos em seu processo educativo.
Na revista Educar para crescer (11-2013), no texto de Juliana Bernardino 11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho, encontramos dicas de como a família pode ajudar na aprendizagem de suas crianças, 1. Deixar bilhetes ou escrever cartas Que outra função tão importante tem a escrita que não a de comunicar? Pois desde bem cedo a criança pode perceber isso, pelas atitudes dos pais. Deixe recadinhos na porta da geladeira, escreva cartas e estimule-a a fazer o mesmo (mesmo que saiam apenas rabiscos. Lembre-se: nessa fase do desenvolvimento, não se erra, se tenta acertar). 'Vou escrever uma carta para a vovó contando como estamos. O que você quer que eu conte para ela?'. Recebeu uma carta ou encontrou um recadinho em casa? Leia em voz alta. "Procure incluir a criança sempre que uma situação de comunicação escrita se apresentar na casa", aconselha a educadora Maria Claudia.
2. Preparar receitas culinárias na presença da criança. Num ambiente alfabetizador, é importante que a família chame a criança, desde muito cedo, para participar de algumas ações, de forma que ela presencie o contato com a língua escrita, percebendo suas várias funções. Na culinária isso pode acontecer de maneira descontraída e divertida. Durante a receita de um bolo, por exemplo, vá perguntando para a criança: "Vamos ver o que falta colocar? Ah, ainda preciso colocar 3 ovos, está escrito aqui".
3. Ler histórias Ler para a criança pequena tem muitos benefícios e, num ambiente alfabetizador, é a primeira exigência a ser feita, pois é por meio de pais e professores que a criança passa a ter contato com a língua escrita. "Quando a mãe lê uma história para a criança, ela é leitora junto com a mãe", acredita Maria Claudia Rebellato. Leia com frequência para seu filho: gibis, revistas, contos de fadas... Leia mais de uma vez o mesmo livro, pois isso é importante para a criança começar a recontar aquela história depois, no papel de leitora, inclusive passando as páginas do livro corretamente.
4. Ser um modelo de leitor Essa é a premissa mais básica de qualquer ambiente alfabetizador. A criança forma valores a partir de bons modelos e, assim, ter pais leitores é fundamental para ela aderir à leitura. "Estante de livro não pode parecer santuário. As crianças têm de observar que os pais estão sempre mexendo ali, escolhendo um livro, lendo-o e comentando-o com a família", acredita Cida Sarraf. E não apenas os livros. A leitura de revistas e jornais também tem de ser um hábito dos pais.
5. Explorar rótulos de embalagens Alguns produtos são recorrentes na dispensa de nossas casas e as crianças acabam se acostumando com a presença deles. Aproveite momentos de descontração, como durante as refeições, para ler os rótulos junto com seu filho. "Com o tempo, ele começa a ler por imagem, por associação. Ele pode ainda não estar alfabetizado, mas já sabe o que está escrito naquela embalagem", explica a especialista Maria Claudia Rebellato. Segundo ela, os rótulos são interessantes de serem lidos porque, na maioria dos casos, são escritos em letra CAIXA ALTA, que é a qual a criança assimila antes da letra cursiva.
6. Fazer listas de compras com seu filho Esta aí uma tarefa pra lá de corriqueira: fazer a lista de compras do supermercado. Num ambiente alfabetizador, o momento pode ser aproveitado: chame a criança para preencher a lista com você e faça com que ela perceba que você anota no papel as coisas que irá comprar, para consultar lá no mercado (uma forma de ela relacionar a linguagem oral com a escrita). Vá conversando com ela: "Vamos anotar para não esquecer. O que mais vamos ter de comprar? Então, vamos escrever aqui". Deixe que ela acompanhe com os olhos o que você está escrevendo e vá falando em voz alta.
7. Aproveitar as situações da rua Placas de trânsito, destino de ônibus, outdoors, letreiros, panfletos, faixas... onde quer que frequentemos estaremos sempre em contato com o mundo letrado e é ótimo que os diferentes elementos sejam aproveitados com a criança. "Dá para levar em forma de brincadeira. 'Olha filho, tem uma placa igual a essa em frente à nossa casa. Sabe o que está escrito nela?'’ ou ainda 'Olha, filho, esse ônibus vai para Cajuru. Cajuru também começa com Ca, igual o nome da mamãe, Carolina'. É por meio dessas situações que a criança vai percebendo as diferentes funções da escrita e fazendo associações", acredita Maria Claudia. Segundo ela, é uma forma não de ensinar/aprender, mas de brincar com as letras, com as palavras, com a escrita e a leitura.
8. Fazer os convites de aniversário com a criança Escrever nos convitinhos de aniversário é uma etapa da festa da qual a criança precisa participar. Pergunte a ela: "o que teremos de escrever nos convites? Precisamos dizer onde vai ser e a que horas". Isso pode ser feito desde o primeiro aniversário da criança, repetindo nos anos seguintes, até chegar a vez em que ela própria irá querer escrever sozinha, com sua letrinha.
9. Montar uma agenda telefônica A agenda telefônica é um bom objeto a ser explorado com as crianças. Ela mostra, claramente, o que é texto e o que é número, com a função de cada um deles. O texto é usado para escrever o nome das pessoas ou dos lugares, enquanto o número é utilizado para informar o telefone. No dia a dia, chame a criança para observar essa diferença. "Olha filho, deste lado ficam os nomes das pessoas e deste o número do telefone delas. Vamos ver qual o número da casa da titia?".
10. Apontar outros materiais escritos Brinquedinhos com palavras e números, calendários, jogos de computador, álbum de fotografia com legendas, scrapbook, tudo isso pode estar no ambiente de convivência da criança, mas... desde que realmente sejam usados por ela, e não funcionem como meros enfeites do seu quarto. "A criança tem de perceber a função de cada um dos elementos que é posto para ela", reitera Cida Sarraf. Houve um tempo em que pais e professores acreditavam que bastava etiquetar os objetos (etiqueta com a palavra cama na cama, com a palavra armário no armário) para as crianças se familiarizarem com a língua. Mas as pesquisas mais atuais mostraram que os diversos gêneros textuais precisam estar presentes e serem usados dentro de uma função comunicativa. Portanto, quando for montar um álbum com fotos de uma viagem, chame a criança para legendar cada foto com você. "Você lembra como se chamava este lugar? Vamos escrever aqui para sabermos daqui a um tempo".
11. Respeitar o ritmo da criança Sabe o que mais pode ajudar na alfabetização de seu filho? Compreender o seu ritmo! Isso mesmo. Investir no ambiente alfabetizador é importante para que as crianças ganhem mais intimidade com a língua escrita (e dessa forma encontrem menos dificuldade quando estiverem aprendendo a ler a escrever), mas isso não quer dizer que o processo será, necessariamente, acelerado, e é importante que os pais tenham isso em mente. Lembre-se: começar a ler e a escrever mais tardiamente não representa problema de aprendizagem ou falta de inteligência. Na maioria dos casos, significa apenas que a criança ainda não atingiu um nível necessário de maturidade.
Segundo Maria Claudia, a criança fica um tempo absorvendo muita informação e de repente dá uma decolada, mostrando que conseguiu entender o processo. "É literalmente um 'click', mas que acontece em momentos diferentes para cada criança", ela sintetiza. O legal seria passar esses recadinhos aos poucos. Um a cada semana, para que a família possa ler, compreender e aplicar cada dica. Iremos propor também à escola observada a construções de projetos de aprendizagem, onde as crianças façam apresentações de seus trabalhos para os pais, pois sabemos que qualquer família fica orgulhosa de seus filhos e gostam de participar desse tipo de projeto. Chamar os pais para pequenas reuniões, uma duas famílias por vez, para uma conversa curta (para não tomar muito o tempo de cada família) e conversar sobre seus desejos para seus filhos, o que eles fazem pelos mesmos e o que gostariam de fazer, mas não podem. A escola precisa ser atrativa não só para as crianças mas também para os pais. Quando estes se sentem acolhidos, ouvidos e sentem que seus desejos para seus filhos são também almejados pela escola e que lá eles podem tirar suas dúvidas e buscar também conhecimento, o processo de educação via ESCOLA X FAMÍLIA, será eficaz, proveitosa e de qualidade.
Sendo assim, família e escola devem educar como equipe para propiciar à criança em desenvolvimento maior segurança para enfrentar as dificuldades que são impostas pela sociedade. Na maioria das vezes, quando o fracasso escolar não está associado às desordens neurológicas, o ambiente familiar tem grande participação nesse fracasso. Boa parte dos problemas encontrados são lentidão de raciocínio, falta de atenção e desinteresse. Esses aspectos precisam ser trabalhados para se obter melhor rendimento intelectual. Lembramos que a escola e o meio social também têm a sua responsabilidade no que se refere ao fracasso escolar. A família desempenha um papel decisivo na condução e evolução do problema acima mencionado, pois, muitas vezes, não quer enxergar essa criança com dificuldades, essa criança que, muitas vezes, está pedindo socorro, pedindo um abraço um carinho, um beijo e que não produz na escola para chamar a atenção para o seu pedido, a sua carência. Esse vínculo afetivo é primordial para o bom desenvolvimento da criança. Concordamos com Souza (1995, p.58) quando diz que [...] fatores da vida psíquica da criança podem atrapalhar o bom desenvolvimento dos processos cognitivos, e sua relação com a aquisição de conhecimentos e com a família, na medida em que atitudes parentais influenciam sobremaneira a relação da criança com o conhecimento. Sabemos que uma criança só aprende se ela tem o desejo de aprender. E para isso é importante que os pais contribuam para que ela tenha esse desejo. Existe um desejo por parte da família quando a criança é colocada na escola, pois da criança é cobrado que seja bem-sucedida. Porém, quando esse desejo não se realiza como esperado, surgem à frustração e a raiva que acabam colocando a criança num plano de menos valia, surgindo, daí, as dificuldades na aprendizagem. Acreditando neste desejo é que iremos propor à escola mais reuniões como os pais. Reuniões onde a família possa receber material, dicas e direcionamento de como ajudar seus filhos em seu processo educativo.
Na revista Educar para crescer (11-2013), no texto de Juliana Bernardino 11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho, encontramos dicas de como a família pode ajudar na aprendizagem de suas crianças, 1. Deixar bilhetes ou escrever cartas Que outra função tão importante tem a escrita que não a de comunicar? Pois desde bem cedo a criança pode perceber isso, pelas atitudes dos pais. Deixe recadinhos na porta da geladeira, escreva cartas e estimule-a a fazer o mesmo (mesmo que saiam apenas rabiscos. Lembre-se: nessa fase do desenvolvimento, não se erra, se tenta acertar). 'Vou escrever uma carta para a vovó contando como estamos. O que você quer que eu conte para ela?'. Recebeu uma carta ou encontrou um recadinho em casa? Leia em voz alta. "Procure incluir a criança sempre que uma situação de comunicação escrita se apresentar na casa", aconselha a educadora Maria Claudia.
2. Preparar receitas culinárias na presença da criança. Num ambiente alfabetizador, é importante que a família chame a criança, desde muito cedo, para participar de algumas ações, de forma que ela presencie o contato com a língua escrita, percebendo suas várias funções. Na culinária isso pode acontecer de maneira descontraída e divertida. Durante a receita de um bolo, por exemplo, vá perguntando para a criança: "Vamos ver o que falta colocar? Ah, ainda preciso colocar 3 ovos, está escrito aqui".
3. Ler histórias Ler para a criança pequena tem muitos benefícios e, num ambiente alfabetizador, é a primeira exigência a ser feita, pois é por meio de pais e professores que a criança passa a ter contato com a língua escrita. "Quando a mãe lê uma história para a criança, ela é leitora junto com a mãe", acredita Maria Claudia Rebellato. Leia com frequência para seu filho: gibis, revistas, contos de fadas... Leia mais de uma vez o mesmo livro, pois isso é importante para a criança começar a recontar aquela história depois, no papel de leitora, inclusive passando as páginas do livro corretamente.
4. Ser um modelo de leitor Essa é a premissa mais básica de qualquer ambiente alfabetizador. A criança forma valores a partir de bons modelos e, assim, ter pais leitores é fundamental para ela aderir à leitura. "Estante de livro não pode parecer santuário. As crianças têm de observar que os pais estão sempre mexendo ali, escolhendo um livro, lendo-o e comentando-o com a família", acredita Cida Sarraf. E não apenas os livros. A leitura de revistas e jornais também tem de ser um hábito dos pais.
5. Explorar rótulos de embalagens Alguns produtos são recorrentes na dispensa de nossas casas e as crianças acabam se acostumando com a presença deles. Aproveite momentos de descontração, como durante as refeições, para ler os rótulos junto com seu filho. "Com o tempo, ele começa a ler por imagem, por associação. Ele pode ainda não estar alfabetizado, mas já sabe o que está escrito naquela embalagem", explica a especialista Maria Claudia Rebellato. Segundo ela, os rótulos são interessantes de serem lidos porque, na maioria dos casos, são escritos em letra CAIXA ALTA, que é a qual a criança assimila antes da letra cursiva.
6. Fazer listas de compras com seu filho Esta aí uma tarefa pra lá de corriqueira: fazer a lista de compras do supermercado. Num ambiente alfabetizador, o momento pode ser aproveitado: chame a criança para preencher a lista com você e faça com que ela perceba que você anota no papel as coisas que irá comprar, para consultar lá no mercado (uma forma de ela relacionar a linguagem oral com a escrita). Vá conversando com ela: "Vamos anotar para não esquecer. O que mais vamos ter de comprar? Então, vamos escrever aqui". Deixe que ela acompanhe com os olhos o que você está escrevendo e vá falando em voz alta.
7. Aproveitar as situações da rua Placas de trânsito, destino de ônibus, outdoors, letreiros, panfletos, faixas... onde quer que frequentemos estaremos sempre em contato com o mundo letrado e é ótimo que os diferentes elementos sejam aproveitados com a criança. "Dá para levar em forma de brincadeira. 'Olha filho, tem uma placa igual a essa em frente à nossa casa. Sabe o que está escrito nela?'’ ou ainda 'Olha, filho, esse ônibus vai para Cajuru. Cajuru também começa com Ca, igual o nome da mamãe, Carolina'. É por meio dessas situações que a criança vai percebendo as diferentes funções da escrita e fazendo associações", acredita Maria Claudia. Segundo ela, é uma forma não de ensinar/aprender, mas de brincar com as letras, com as palavras, com a escrita e a leitura.
8. Fazer os convites de aniversário com a criança Escrever nos convitinhos de aniversário é uma etapa da festa da qual a criança precisa participar. Pergunte a ela: "o que teremos de escrever nos convites? Precisamos dizer onde vai ser e a que horas". Isso pode ser feito desde o primeiro aniversário da criança, repetindo nos anos seguintes, até chegar a vez em que ela própria irá querer escrever sozinha, com sua letrinha.
9. Montar uma agenda telefônica A agenda telefônica é um bom objeto a ser explorado com as crianças. Ela mostra, claramente, o que é texto e o que é número, com a função de cada um deles. O texto é usado para escrever o nome das pessoas ou dos lugares, enquanto o número é utilizado para informar o telefone. No dia a dia, chame a criança para observar essa diferença. "Olha filho, deste lado ficam os nomes das pessoas e deste o número do telefone delas. Vamos ver qual o número da casa da titia?".
10. Apontar outros materiais escritos Brinquedinhos com palavras e números, calendários, jogos de computador, álbum de fotografia com legendas, scrapbook, tudo isso pode estar no ambiente de convivência da criança, mas... desde que realmente sejam usados por ela, e não funcionem como meros enfeites do seu quarto. "A criança tem de perceber a função de cada um dos elementos que é posto para ela", reitera Cida Sarraf. Houve um tempo em que pais e professores acreditavam que bastava etiquetar os objetos (etiqueta com a palavra cama na cama, com a palavra armário no armário) para as crianças se familiarizarem com a língua. Mas as pesquisas mais atuais mostraram que os diversos gêneros textuais precisam estar presentes e serem usados dentro de uma função comunicativa. Portanto, quando for montar um álbum com fotos de uma viagem, chame a criança para legendar cada foto com você. "Você lembra como se chamava este lugar? Vamos escrever aqui para sabermos daqui a um tempo".
11. Respeitar o ritmo da criança Sabe o que mais pode ajudar na alfabetização de seu filho? Compreender o seu ritmo! Isso mesmo. Investir no ambiente alfabetizador é importante para que as crianças ganhem mais intimidade com a língua escrita (e dessa forma encontrem menos dificuldade quando estiverem aprendendo a ler a escrever), mas isso não quer dizer que o processo será, necessariamente, acelerado, e é importante que os pais tenham isso em mente. Lembre-se: começar a ler e a escrever mais tardiamente não representa problema de aprendizagem ou falta de inteligência. Na maioria dos casos, significa apenas que a criança ainda não atingiu um nível necessário de maturidade.
Segundo Maria Claudia, a criança fica um tempo absorvendo muita informação e de repente dá uma decolada, mostrando que conseguiu entender o processo. "É literalmente um 'click', mas que acontece em momentos diferentes para cada criança", ela sintetiza. O legal seria passar esses recadinhos aos poucos. Um a cada semana, para que a família possa ler, compreender e aplicar cada dica. Iremos propor também à escola observada a construções de projetos de aprendizagem, onde as crianças façam apresentações de seus trabalhos para os pais, pois sabemos que qualquer família fica orgulhosa de seus filhos e gostam de participar desse tipo de projeto. Chamar os pais para pequenas reuniões, uma duas famílias por vez, para uma conversa curta (para não tomar muito o tempo de cada família) e conversar sobre seus desejos para seus filhos, o que eles fazem pelos mesmos e o que gostariam de fazer, mas não podem. A escola precisa ser atrativa não só para as crianças mas também para os pais. Quando estes se sentem acolhidos, ouvidos e sentem que seus desejos para seus filhos são também almejados pela escola e que lá eles podem tirar suas dúvidas e buscar também conhecimento, o processo de educação via ESCOLA X FAMÍLIA, será eficaz, proveitosa e de qualidade.
Relatório Supervisionado do Estagio de Psicopedagogia Institucional
Assim que chegamos à escola pedimos para ver o seu Projeto Político Pedagógico, mas não nos deram. Prometeram para depois. Pedimos mais quatro vezes, mas sem resultado. Foi-nos informado que o projeto estava sendo reformulado. Soubemos pela coordenadora que já fazia tempo que o projeto estava sem terminar e só agora – depois que ela foi contratada – que havia começado a reescrevê-lo. Para Vasconcellos O Projeto Político-Pedagógico é o plano global da instituição. Pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de planejamento participativo, que se aperfeiçoa e se objetiva na caminhada, que define claramente o tipo de educação educativa que se quer realizar, a partir de um posicionamento quanto à sua intencionalidade e de uma leitura da realidade”. Vasconcellos (2007, p. 17) Sabemos que o Projeto Político Pedagógico é tido como um guia e ou indicador que dá firmeza e segurança a escola e ao mesmo tempo exerce o papel de canalizá-la rumo a um verdadeiro e significativo progresso.
Mas para onde vai uma escola que não tem em suas mãos este indicador? Segundo Macedo A construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) é peça fundamental no planejamento das instituições de ensino em seus vários níveis e modalidades. É o PPP que irá demonstrar o que a escola idealiza, quais suas metas e objetivos e quais os possíveis caminhos para atingi-los.( Macedo, 2013) A saber, uma escola que não dá importância ao Projeto Político Pedagógico, indiretamente também não valoriza o processo educativo. No entanto, se assim for, jamais poderá pensar numa evolução, mas num destino cada vez mais regressivo, descambando a cada dia num fracasso continuado pelo insucesso. Pensando na importância deste Para Gadotti2000, p. 37, “o projeto pedagógico da escola pode ser considerado como um momento importante de renovação da escola”. Em conversas com os professores observamos que alguns não conheciam a proposta de seu próprio Projeto Político Pedagógico. Diziam que eram sócio-interacionista, mas não conseguiam discorrer sobre o significado desta teoria Vygotsky, que afirma a formação se dá numa relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor – ou seja, homem modifica o ambiente e o ambiente modifica o homem. Para ele o que interessa é a interação que cada pessoa estabelece com determinado ambiente, a chamada experiência pessoalmente significativa. Nas entrevistas percebemos que a escolaridade dos funcionários é: Pedagogia, Psicopedagogia, Licenciatura em letras, serviço Social e Educação Especial.
Observamos então, a importância da educação continuada para tais funcionários. Todos pensam em seu crescimento pessoal e profissional. Segundo Porto (2000, p. 11) “a formação de professores assume, sem dúvida, posição de prevalência nas discussões relativas à educação numa perspectiva transformadora”. E porto afirma ainda que Novas exigências se impõem ao ser humano, face às transformações epistemológicas, sociais e tecnológicas que produzem. [...] Portanto, [...] a formação continuada de profissionais e professores, e práticas pedagógicas não podem ser pensada de forma dissociada: torna-se necessário questionar, avaliar, resignar a relação formação/prática. (PORTO, 2000, p. 12). Levando esse contexto em consideração, podemos, dizer que o ser humano é ser em constante evolução em sua trajetória de vida pessoal e profissional, que remete a necessidade da elaboração de patamares cada vez mais avançados de saber-fazer. Ainda referente a entrevista no que diz respeito a avaliação da instituição todos estão satisfeitos com o espaço físico destinado a realização da sua atividade, infra-estrutura destinada a realização de sua atividade, destes, três não estão satisfeitos com o treinamento ou programas de capacitação profissional e a maioria não respondeu à pergunta em relação ao salário. Sobre as relações interpessoais no ambiente de trabalho, na atuação da Instituição na aproximação dos funcionários, na promoção de reuniões, na Cooperação no ambiente de trabalho, nas orientações para o desenvolvimento das tarefas diárias e no Sistema de comunicação entre os funcionários todos estão satisfeitos. Todos concordaram que as instruções dadas por seus superiores são claras.
Nas questões abertas: “Em seu setor, liste três problemas, por ordem de importância.” Alguns funcionários citaram a lentidão da internet, a falta de cobertura da quadra, a pouca participação dos pais na vida escolar dos filhos, a falta de sala para os professores e o horário de chegada e saída. Estas respostas se relacionaram bastante com a segunda pergunta: “Na Instituição, liste três problemas, por ordem de importância”.A terceira pergunta foi: “Em seu setor, aponte três aspectos positivos, por ordem de importância”. Falaram sobre a boa relação entre funcionários e professores, sobre a flexibilidade de horários, a tranqüilidade, a união entre os funcionários, os espaços adaptadas para as necessidades especiais, as salas amplas, aconchegante e arejadas. Na quarta pergunta: “Aponte três pontos que você considera fortes da Instituição”. Responderam a amizade, a relação de afetividade com os alunos, o carinhos, respeito e a boa convivências um com o outro. Segundo as repostas dos funcionários observamos uma integração muito forte entre eles. Já trabalham na escola a pelo menos 9 anos e tem professor que já está há 18 anos nesta unidade escolar favorecendo esta boa relação que também reflete em seu trabalho. Reflete também na relação com os alunos possibilitando um ambiente harmonioso, onde se tem prazer em trabalhar. Isto é muito importante, pois um funcionário feliz trabalha melhor. E um professor minimamente satisfeito se relaciona melhor com seus alunos. Podendo cuidar com mais amor, mais carinho.
Todos estão satisfeitos com o Espaço físico destinado a realização da sua atividade, infraestrutura destinada a realização de sua atividade, 3 não estão satisfeitos com o treinamento ou programas de capacitação profissional e a maioria não respondeu à pergunta em relação ao salário.Sobre as relações interpessoais no ambiente de trabalho: Na atuação da Instituição na aproximação dos funcionários: todos estão satisfeitos. Na promoção de reuniões, todos estão satisfeito. Na Cooperação no ambiente de trabalho: todos também estão satisfeitos. Nas orientações para o desenvolvimento das tarefas diárias: todos estão satisfeitos. No Sistema de comunicação entre os funcionários: também estão satisfeitos.
Todos concordaram que as instruções dadas por seus superiores são claras. Com relação às Questões abertas - Em seu setor, liste três problemas, por ordem de importância: Alguns funcionários citaram a lentidão da internet, a falta de cobertura da quadra, a pouca participação dos pais na vida escolar dos filhos, a falta de sala para os professores e o horário de chegada e saída. Estas respostas se relacionarem bastante com a segunda pergunta: Na Instituição, liste três problemas, por ordem de importância. A terceira pergunta foi: Em seu setor, aponte três aspectos positivos, por ordem de importância. Falaram sobre a boa relação entre funcionários e professores, sobre a flexibilidade de horários, a tranqüilidade, a união entre os funcionários, os espaços adaptadas para as necessidades especiais, as salas amplas, aconchegante e arejadas. Na quarta pergunta, Aponte três pontos que você considera fortes da Instituição: responderam a amizade, a relação de afetividade com os alunos, o carinhos, respeito e a boa convivências um com o outro. No Encontro com o grupo, fizemos a dinâmica de apresentação. Contamos com a participação e animação de todos. Na dinâmica todos fizeram as máscaras e falaram como se sentiam em relação às máscaras dos outros. Percebemos uma boa relação entre todos. Na EOCMEA, todos mostraram através de desenho: o que sabem fazer no grupo, o que lhe ensinaram no grupo e o que você aprendeu com o grupo. Percebemos que aprenderam muito umas com as outras. Desenharam brincando com as crianças, em sala de aula com toda a turma, reunida conversando em reunião.
Mas para onde vai uma escola que não tem em suas mãos este indicador? Segundo Macedo A construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) é peça fundamental no planejamento das instituições de ensino em seus vários níveis e modalidades. É o PPP que irá demonstrar o que a escola idealiza, quais suas metas e objetivos e quais os possíveis caminhos para atingi-los.( Macedo, 2013) A saber, uma escola que não dá importância ao Projeto Político Pedagógico, indiretamente também não valoriza o processo educativo. No entanto, se assim for, jamais poderá pensar numa evolução, mas num destino cada vez mais regressivo, descambando a cada dia num fracasso continuado pelo insucesso. Pensando na importância deste Para Gadotti2000, p. 37, “o projeto pedagógico da escola pode ser considerado como um momento importante de renovação da escola”. Em conversas com os professores observamos que alguns não conheciam a proposta de seu próprio Projeto Político Pedagógico. Diziam que eram sócio-interacionista, mas não conseguiam discorrer sobre o significado desta teoria Vygotsky, que afirma a formação se dá numa relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor – ou seja, homem modifica o ambiente e o ambiente modifica o homem. Para ele o que interessa é a interação que cada pessoa estabelece com determinado ambiente, a chamada experiência pessoalmente significativa. Nas entrevistas percebemos que a escolaridade dos funcionários é: Pedagogia, Psicopedagogia, Licenciatura em letras, serviço Social e Educação Especial.
Observamos então, a importância da educação continuada para tais funcionários. Todos pensam em seu crescimento pessoal e profissional. Segundo Porto (2000, p. 11) “a formação de professores assume, sem dúvida, posição de prevalência nas discussões relativas à educação numa perspectiva transformadora”. E porto afirma ainda que Novas exigências se impõem ao ser humano, face às transformações epistemológicas, sociais e tecnológicas que produzem. [...] Portanto, [...] a formação continuada de profissionais e professores, e práticas pedagógicas não podem ser pensada de forma dissociada: torna-se necessário questionar, avaliar, resignar a relação formação/prática. (PORTO, 2000, p. 12). Levando esse contexto em consideração, podemos, dizer que o ser humano é ser em constante evolução em sua trajetória de vida pessoal e profissional, que remete a necessidade da elaboração de patamares cada vez mais avançados de saber-fazer. Ainda referente a entrevista no que diz respeito a avaliação da instituição todos estão satisfeitos com o espaço físico destinado a realização da sua atividade, infra-estrutura destinada a realização de sua atividade, destes, três não estão satisfeitos com o treinamento ou programas de capacitação profissional e a maioria não respondeu à pergunta em relação ao salário. Sobre as relações interpessoais no ambiente de trabalho, na atuação da Instituição na aproximação dos funcionários, na promoção de reuniões, na Cooperação no ambiente de trabalho, nas orientações para o desenvolvimento das tarefas diárias e no Sistema de comunicação entre os funcionários todos estão satisfeitos. Todos concordaram que as instruções dadas por seus superiores são claras.
Nas questões abertas: “Em seu setor, liste três problemas, por ordem de importância.” Alguns funcionários citaram a lentidão da internet, a falta de cobertura da quadra, a pouca participação dos pais na vida escolar dos filhos, a falta de sala para os professores e o horário de chegada e saída. Estas respostas se relacionaram bastante com a segunda pergunta: “Na Instituição, liste três problemas, por ordem de importância”.A terceira pergunta foi: “Em seu setor, aponte três aspectos positivos, por ordem de importância”. Falaram sobre a boa relação entre funcionários e professores, sobre a flexibilidade de horários, a tranqüilidade, a união entre os funcionários, os espaços adaptadas para as necessidades especiais, as salas amplas, aconchegante e arejadas. Na quarta pergunta: “Aponte três pontos que você considera fortes da Instituição”. Responderam a amizade, a relação de afetividade com os alunos, o carinhos, respeito e a boa convivências um com o outro. Segundo as repostas dos funcionários observamos uma integração muito forte entre eles. Já trabalham na escola a pelo menos 9 anos e tem professor que já está há 18 anos nesta unidade escolar favorecendo esta boa relação que também reflete em seu trabalho. Reflete também na relação com os alunos possibilitando um ambiente harmonioso, onde se tem prazer em trabalhar. Isto é muito importante, pois um funcionário feliz trabalha melhor. E um professor minimamente satisfeito se relaciona melhor com seus alunos. Podendo cuidar com mais amor, mais carinho.
Todos estão satisfeitos com o Espaço físico destinado a realização da sua atividade, infraestrutura destinada a realização de sua atividade, 3 não estão satisfeitos com o treinamento ou programas de capacitação profissional e a maioria não respondeu à pergunta em relação ao salário.Sobre as relações interpessoais no ambiente de trabalho: Na atuação da Instituição na aproximação dos funcionários: todos estão satisfeitos. Na promoção de reuniões, todos estão satisfeito. Na Cooperação no ambiente de trabalho: todos também estão satisfeitos. Nas orientações para o desenvolvimento das tarefas diárias: todos estão satisfeitos. No Sistema de comunicação entre os funcionários: também estão satisfeitos.
Todos concordaram que as instruções dadas por seus superiores são claras. Com relação às Questões abertas - Em seu setor, liste três problemas, por ordem de importância: Alguns funcionários citaram a lentidão da internet, a falta de cobertura da quadra, a pouca participação dos pais na vida escolar dos filhos, a falta de sala para os professores e o horário de chegada e saída. Estas respostas se relacionarem bastante com a segunda pergunta: Na Instituição, liste três problemas, por ordem de importância. A terceira pergunta foi: Em seu setor, aponte três aspectos positivos, por ordem de importância. Falaram sobre a boa relação entre funcionários e professores, sobre a flexibilidade de horários, a tranqüilidade, a união entre os funcionários, os espaços adaptadas para as necessidades especiais, as salas amplas, aconchegante e arejadas. Na quarta pergunta, Aponte três pontos que você considera fortes da Instituição: responderam a amizade, a relação de afetividade com os alunos, o carinhos, respeito e a boa convivências um com o outro. No Encontro com o grupo, fizemos a dinâmica de apresentação. Contamos com a participação e animação de todos. Na dinâmica todos fizeram as máscaras e falaram como se sentiam em relação às máscaras dos outros. Percebemos uma boa relação entre todos. Na EOCMEA, todos mostraram através de desenho: o que sabem fazer no grupo, o que lhe ensinaram no grupo e o que você aprendeu com o grupo. Percebemos que aprenderam muito umas com as outras. Desenharam brincando com as crianças, em sala de aula com toda a turma, reunida conversando em reunião.
REFERÊNCIAS
CARDOSO, A. R. Escola e pais separados: uma parceria possível. Curitiba: Juruá, 2009. p- 66- 94. GUZZO, R. S. L; TIZZEI, R. P. Olhar sobre a criança: perspectiva de pais sobre o desenvolvimento. In: GUZZO R. S.L, et al. Desenvolvimento infantil: família, proteção e risco. Campinas, SP: Alínea, 2007.p.35-57. GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais em educação. Porto Alegre: Artes. Médicas, 2000. PORTO, Yeda da Silva. Formação continuada: A prática pedagógica recorrente. In: MARIN, Alda Junqueira (org.). Educação continuada: Reflexões, alternativa. São Paulo: Papirus, 2000. REVISTA NOVA ESCOLA - Grandes Pensadores. Edição Especial de N° 19, Editora Abril. REVISTA EDUCAR PARA CRESCER. Juliana Bernardino. 11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho.http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/ajudar-alfabetizacao-seu-filho-470463.shtml. 19-03-2014. RUBINSTEIN, E. R. A queixa escolar na atualidade In: RUBINSTEIN,E. R. O estilo de aprendizagem e a queixa escolar: Entre o saber e o conhecer. Casa do Psicólogo, 2003. p. 51-71. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico. Do Projeto Político-Pedagógico ao Cotidiano de Sala de Aula. 8. ed. São Paulo: Libertad, 2007.


Nenhum comentário:
Postar um comentário