A temática central deste texto é a questão: “Por que preciso fazer o estágio supervisionado se há tanto tempo sou professor?” (p.125) e Pimenta e Lima a responde apontando o estágio como sugestão de formação contínua e visto como possibilidade de ressignificação, podendo ser visto como ocasião de reflexão, ponderação da prática a partir das teorias estudadas durante o curso de pedagogia produzindo assim, novos conhecimentos.
As escritoras acrescentam que tradicionalmente o estágio era visto “de modo burocrático, sem ligação com as disciplinas do curso, resumindo-se, uma observação ou entrevista que em geral não é preparada” (PIMENTA E LIMA, 2004, p.126).
Quando fala em formação continuada, as autoras, dão o conceito de docência que “se refere não apenas ao domínio dos conteúdos nas diversas áreas do saber e o ensino, mas também à própria prática didático-pedagógica e, acima de tudo, à compreensão da política educacional na qual essa prática se insere” (PIMENTA E LIMA, 2004, p.130).
Elas encerram o texto falando da necessidade da coragem do docente de colocar na prática a teoria aprendida no curso, gerando assim, uma dialógica entre teoria e prática para uma formação ressignificada.
As escritoras acrescentam que tradicionalmente o estágio era visto “de modo burocrático, sem ligação com as disciplinas do curso, resumindo-se, uma observação ou entrevista que em geral não é preparada” (PIMENTA E LIMA, 2004, p.126).
Quando fala em formação continuada, as autoras, dão o conceito de docência que “se refere não apenas ao domínio dos conteúdos nas diversas áreas do saber e o ensino, mas também à própria prática didático-pedagógica e, acima de tudo, à compreensão da política educacional na qual essa prática se insere” (PIMENTA E LIMA, 2004, p.130).
Elas encerram o texto falando da necessidade da coragem do docente de colocar na prática a teoria aprendida no curso, gerando assim, uma dialógica entre teoria e prática para uma formação ressignificada.
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