Neste texto surge vários questionamentos e inquietações. A professora do ensino básico deve também ser pesquisadora? Já que nem os professores universitários assumem, ou pelos menos não dão conta, esse papel e seus esforços pouco sustentam efeitos ou avanços na educação? Estebari e Zaccur (2002, p.12), afirmam que “a escola continua excludente, produzindo analfabetos, alfabetos funcionais e iletrados”.
Ainda vemos a professora da escola básica como consumidora passiva do conhecimento criado por pesquisas acadêmicas, mas será que não cabe a ela que está na prática, percebendo as dificuldades de seus alunos, também o papel de pesquisadora? Estebari e Accur (2002, p.14), ainda coloca que
Quem vive o cotidiano da escola não se reconhece no texto teórico, sentindo-se negado; quem teoriza precisa estar atento para não se abstrair da realidade da escola, exorcizando o que possa tumultuar a racionalidade do construto teórico elaborado.
Quem melhor para assumir ,ou pelo menos, colaborar para a evolução do planejamento dos antigos tecnicista do que a antiga “tia” que agora toma sobre si a função de educadora? Pois sua pesquisa pode ser gerada de inquietações e questionamentos originados da prática. Mas como romper com esta dicotomia entre teoria e prática? Em relação a isso Estebari e Zaccur (2002, p.23) esclarecem que
a qualificação do/a professor/a enquanto pesquisador/a se insere no processo de redimensionamento da relação pedagógica. A tradicional dicotomia entre o fazer e o pensar é substituída pela percepção da complexidade do processo pedagógico.
Assim o professor passa a exercer o papel de pesquisador, assume a posição de pensar, refletir a teoria na prática e a prática na teoria.
Ainda vemos a professora da escola básica como consumidora passiva do conhecimento criado por pesquisas acadêmicas, mas será que não cabe a ela que está na prática, percebendo as dificuldades de seus alunos, também o papel de pesquisadora? Estebari e Accur (2002, p.14), ainda coloca que
Quem vive o cotidiano da escola não se reconhece no texto teórico, sentindo-se negado; quem teoriza precisa estar atento para não se abstrair da realidade da escola, exorcizando o que possa tumultuar a racionalidade do construto teórico elaborado.
Quem melhor para assumir ,ou pelo menos, colaborar para a evolução do planejamento dos antigos tecnicista do que a antiga “tia” que agora toma sobre si a função de educadora? Pois sua pesquisa pode ser gerada de inquietações e questionamentos originados da prática. Mas como romper com esta dicotomia entre teoria e prática? Em relação a isso Estebari e Zaccur (2002, p.23) esclarecem que
a qualificação do/a professor/a enquanto pesquisador/a se insere no processo de redimensionamento da relação pedagógica. A tradicional dicotomia entre o fazer e o pensar é substituída pela percepção da complexidade do processo pedagógico.
Assim o professor passa a exercer o papel de pesquisador, assume a posição de pensar, refletir a teoria na prática e a prática na teoria.
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